Vision AI · detecção de comportamento na borda

A câmera que você já tem vira sensor.

Uma câmera IP comum é passiva: grava e espera alguém olhar. Com IA rodando na borda, a mesma câmera passa a detectar comportamento — uma regra escrita para a sua operação, não um pacote de recursos genérico. Sem hardware novo de captura: a integração é read-only por RTSP/ONVIF, puxa uma cópia do stream e nada mais.

Risco de projeto baixo Não mexemos em gravação, retenção nem no videowall do operador. Se você desligar, o CFTV continua exatamente como está hoje.
Sem biometria Nada de reconhecimento facial. Detectamos classes de objeto e comportamento — pessoa, veículo, zona, tempo. Nunca quem é a pessoa.
Evidência auditável Cada evento gera foto carimbada com assinatura SHA-256 embutida no arquivo, conferível por qualquer pessoa.
Quero o diagnóstico gratuito Câmera por câmera · parecer em até 1 dia útil

A oferta

Antes de vender qualquer coisa, a gente diz se dá para fazer.

O diagnóstico de viabilidade é gratuito e vale por câmera, não por site. Avaliamos densidade de pixel na distância alvo, ângulo, comportamento noturno e o bitrate real do stream — e devolvemos um veredito em três faixas:

  • Funciona como estáA câmera atual já entrega o que a regra exige. Zero CapEx.
  • Funciona reposicionando a câmeraO sensor serve, o enquadramento não. Muda altura, ângulo ou zoom e resolve.
  • Precisa de outro sensorA física não fecha. Dizemos o que fecharia — inclusive quando não é IA.

O entregável é esse parecer, câmera por câmera. Sem ele, qualquer promessa de detecção é chute.

Onde isso vira operação

Mesma capacidade. Regras diferentes.

O que muda de um setor para o outro não é o modelo: é a zona, o horário, a classe de objeto e o tempo de permanência que caracterizam o evento. Cada regra é escrita para o caso.

Heliponto

  • Ocupação da TLOF/FATO fora de operação
  • Pessoa em área de risco durante o ciclo
  • Objeto abandonado na área de pouso
  • Obstrução de rota de acesso ou de equipamento de emergência
  • Câmera desviada ou obstruída

A dor: o RBAC 155 da ANAC trata o heliponto como instalação operacional viva, com responsabilidades atribuídas ao operador. Auditoria pede mais do que boa intenção: pede registro auditável de que a área estava livre no momento da operação.

Porto, terminal e pátio

  • EPI por classe
  • Conflito pedestre × empilhadeira ou equipamento móvel
  • Zona restrita e área de doca
  • Fila no gate
  • Movimentação em pátio

A dor: certificação. A Resolução CONPORTOS nº 53/2020 exige que o plano de segurança portuária indique a localização das câmeras de CFTV e prevê CFTV-IP (câmeras + software) com monitoramento, alarme de invasão de perímetro e controle de acesso por área. A NR-29 exige sinalização de vias de trânsito de veículos e pessoas.

Perímetro — muro e cerca

  • Cruzamento de linha virtual com direção e filtro de classe (pessoa, veículo)
  • Intrusão em zona com camadas: faixa externa alerta, faixa interna escala
  • Permanência prolongada (loitering)
  • Objeto lançado por cima do muro, quando há linha de visada para a trajetória
  • Sabotagem ou desvio da câmera

A dor: furto, invasão e — principalmente — alarme falso. Regra direcional com filtro de classe é o que derruba falso positivo; detecção de movimento genérica é o que fez a sua equipe desligar o alarme.

Sistema penitenciário

  • Cruzamento de linha no perímetro interno e externo
  • Permanência de duas ou mais pessoas em ponto específico (indício de troca de material)
  • Contagem de pessoas com limiar para aglomeração
  • Movimentação em horário proibido
  • Câmera obstruída

A dor: ilícito arremessado ou lançado por drone, e violência. Sendo explícito sobre o limite: contagem aqui é limiar de aglomeração, não headcount nominal nem conferência de ausência, e não há reconhecimento de pessoa.

  • Canteiro de obraEPI por frente de serviço, com a NR-01/PGR como âncora — inventário de riscos e plano de ação, e o vídeo como evidência de acompanhamento.
  • Centro de distribuiçãoConflito homem-máquina: o CFTV fixo dá governança e o mapa de onde e quando acontece, não frenagem — frenagem é sensor embarcado na empilhadeira.
  • FerroviaInvasão de faixa de domínio e passagem em nível, usando o estado da cancela para suprimir falso positivo.
  • SaúdeQueda, perímetro de leito, área restrita e aglomeração.

Zero CapEx

O que dá para fazer sem trocar nenhuma câmera

Boa parte do valor não depende de resolução: depende de a cena ter uma regra clara. Estas detecções costumam funcionar com o parque instalado como ele está.

  • “Não deveria ter ninguém aqui neste horário”Qualquer regra de zona + agenda. É a família de regra com melhor relação entre esforço e resultado.
  • Objeto abandonado ou removidoEm cena próxima, onde o objeto ocupa área suficiente do quadro.
  • Sabotagem e câmera cegaAlém do alerta, gera a auditoria de que o CFTV existia e estava funcionando.
  • Aglomeração e permanênciaLimiar de pessoas na zona e tempo parado no ponto.
  • Triagem de gravaçãoAchar o evento dentro de horas de vídeo, em vez de assistir tudo.
  • Evidência assinadaCada alerta já sai com foto carimbada e assinatura conferível.

Honestidade como método

Onde a câmera atual não resolve

Isto não é ressalva de rodapé. É a parte do trabalho que evita projeto que não performa — e o motivo de o diagnóstico vir antes da proposta.

  • Densidade de pixel Pela referência DORI (IEC 62676-4): cerca de 25 px/m para detectar presença humana, 62 px/m para observar detalhe e 125 px/m para reconhecer. Abaixo disso a detecção não existe — não é questão de modelo, é de informação que não chegou ao sensor.
  • Regra de campo rápida A pessoa em pé no limite mais distante da zona precisa ocupar pelo menos ~5% da altura da imagem. Se não ocupa, a zona é grande demais para aquela câmera.
  • Leitura de placa Degrada acima de ~30° na horizontal e ~25° de inclinação vertical. Ângulo de instalação decide antes do software.
  • Noite, chuva e neblina Sem IR ou iluminação adequada, a acurácia cai. Perímetro longo pede térmica.
  • Stream secundário do DVR É a causa silenciosa mais comum de projeto que não performa: bitrate baixo destrói detalhe, e a queda de acurácia por compressão não é linear.
  • Exige outro sensor, não IA Drone pede RF ou radar (a câmera entra para confirmar visualmente). FOD fino em pista pede radar. Fadiga de motorista pede câmera na cabine.
Aviso técnico que protege você: vídeo e IA não são dispositivo de segurança de NR-12 — a norma exige dispositivos certificados para zona de perigo. Aqui o papel é gestão, alerta e evidência; nunca proteção de máquina. Não prometemos intertravamento, e desconfie de quem promete. No mesmo espírito: prometemos alerta em segundos, não tempo real em milissegundos.

O que nos separa

Duas escolhas de projeto que a gente declara na porta.

Não fazemos identificação biométrica

Nenhum reconhecimento facial, nenhuma identificação de indivíduo. O sistema opera com classes de objeto e comportamento: pessoa, veículo, zona, direção, tempo.

Isso encurta a conversa com jurídico e compliance: a ANPD está fiscalizando reconhecimento facial, e a condenação da ViaQuatro mostrou o custo de tratar imagem de pessoa sem base sólida. Aqui não há o dado que gera o risco.

Evidência que qualquer pessoa confere

Cada evento gera um registro com foto carimbada e assinatura SHA-256 embutida no próprio arquivo. Não é um selo no nosso banco: é verificável fora do nosso sistema.

Serve para auditoria, sinistro com seguradora e comprovação de norma. Confira você mesmo em openradar.com.br/verificar.html.

Como funciona

Quatro passos, nessa ordem.

A ordem importa: quase todo projeto de analítico que decepciona pulou o passo 1 ou o passo 2.

  1. Diagnóstico das câmeras

    Levantamento câmera por câmera com o veredito em três faixas. Gratuito, e é o que define o escopo real.

  2. A regra escrita junto com quem opera

    Zona, horário, classe de objeto e tempo — definidos com a equipe que vai receber o alerta às três da manhã, não só com quem assina o contrato. É aqui que se decide o que é evento e o que é ruído.

  3. Piloto em uma câmera

    Uma câmera, ajuste contra os casos reais que aparecem naquele local. Só depois de o piloto se comportar é que a regra vai para as outras.

  4. Operação com evidência e relatório

    Alerta em segundos, evidência assinada por evento e relatório do período. Os limiares são calibrados contra um banco de casos reais, e toda mudança é medida antes de entrar em produção — se piorar algum caso conhecido, não sobe.

O que você precisa ter

Requisitos, sem letras miúdas.

  • Uma máquina na rede das câmeras O processamento é local. O vídeo não sai da rede do cliente — o que resolve a maior parte da discussão de privacidade e LGPD antes de ela começar.
  • Câmera fixa Zona e linha virtual só fazem sentido se o enquadramento não muda. Câmera em ronda automática (PTZ varrendo) não sustenta a regra.
  • Zona e horário definidos Alguém precisa poder dizer onde não deveria ter ninguém e a partir de que hora. Essa é a decisão do cliente; o resto é nosso.

Investimento sob consulta — depende do resultado do diagnóstico e do número de câmeras que efetivamente entram.

Diagnóstico de viabilidade · gratuito

Diga o que você quer detectar

Retornamos em até 1 dia útil com o parecer de viabilidade: se a câmera atual atende, se basta reposicionar ou se o caso pede outro sensor.

Descreva em palavras suas, como você explicaria para um vigilante: onde, em que horário e o que caracteriza o problema. É esse texto que permite dizer se a câmera atual dá conta.

Seus dados servem só para este contato. Sem lista, sem disparo em massa, sem repasse a terceiros.