A criança na via não tem uma segunda chance
Entre a bola que rola e o carro que freia existe uma conta de física. A 50 km/h ela não fecha. O condomínio só descobre isso depois.
Fiscalização interna de velocidade para condomínios
O OpenRadar transforma o CFTV que vocês já têm em radar de velocidade interno — com foto carimbada, evidência assinada em SHA-256 e relatório pronto para a assembleia.
O problema
A placa de 20 km/h já está lá. O quebra-molas também. E os carros continuam passando a 50 na frente do playground.
Entre a bola que rola e o carro que freia existe uma conta de física. A 50 km/h ela não fecha. O condomínio só descobre isso depois.
"Eu vi um carro voando." "Não era eu." Sem número, sem foto e sem data, a pauta morre em mais uma ata pedindo bom senso.
O síndico notifica, o morador contesta, o conselho recua. Sem cadeia de custódia da imagem, o regimento não se sustenta.
A virada
O OpenRadar é software. Ele lê o vídeo das câmeras que vocês já pagaram e devolve velocidade medida, foto carimbada e evidência técnica para apuração interna.
Intelbras, Dahua, Hikvision — IP ou saída do DVR. O agente do OpenRadar roda num mini-PC na portaria e lê o stream RTSP. Zero furo na parede, zero laço no asfalto.
Você desenha a linha A e a linha B sobre a imagem e informa a distância real entre elas. O sistema cronometra a passagem do veículo e calcula a velocidade — 1,3% de erro médio nos testes de bancada, contra os 7% que a legislação aceita em radar homologado.
Passou do limite? Foto carimbada com velocidade, limite, câmera e data/hora, um hash SHA-256 gravado em registro append-only e a notificação pronta para o síndico enviar. No fim do mês, o relatório da assembleia sai em um clique.
Sendo direto com você: o OpenRadar não é radar homologado pelo Inmetro e não gera multa de trânsito — nem poderia, via interna não é via pública. Ele instrumenta o regimento interno do condomínio, que é justamente o instrumento que o síndico pode aplicar sem depender de ninguém.
Veja com seus olhos
Painel real do produto, rodando aqui na página. Espere um carro passar acima do limite e clique na evidência para ver o carimbo e o hash.
Simulação com dados fictícios — nenhum morador real, nenhuma placa real. Abrir a demo em tela cheia →
O investimento
Compare o que um condomínio gasta hoje para controlar a via interna com o que custa usar a câmera que já está lá em cima.
R$ 1.597/mês
até 4 câmeras* · sem obra · sem equipamento novo
R$ 958/mês
até 4 câmeras* · cobrado R$ 11.496/ano · sem obra
O que custa a alternativa hoje
R$ 20 mil a R$ 100 mil
por equipamento, uma vez
R$ 60 mil a R$ 144 mil
por ano — até R$ 6 mil/mês por aparelho
R$ 5,8 mil a R$ 13,5 mil
por câmera · linha topo Intelbras/Hikvision/Dahua
* conforme a capacidade das câmeras já instaladas no condomínio.
Faixas de preço de radar convencional levantadas em orçamentos públicos e propostas de mercado (compra: equipamento + instalação; locação: valor mensal por aparelho, R$ 5–6 mil). Servem de referência de ordem de grandeza — o custo real varia por município e projeto.
Piloto com garantia
Rodamos 30 dias no seu condomínio, com o critério de precisão publicado por escrito antes de começar. Se a medição não bater o critério, você recebe de volta o valor da implantação. Sem letra miúda: o número ou o dinheiro.
Piloto em andamento: Um condomínio de alto padrão no Sul do Brasil. Ainda não publicamos depoimento: o piloto está rodando agora.
Perguntas que todo síndico faz
Não — e isso é uma vantagem, não um defeito. Via interna de condomínio não é via pública: nenhum equipamento, homologado ou não, pode aplicar multa do CTB ali. O OpenRadar instrumenta o regimento interno, que o condomínio aprova em assembleia e o síndico aplica direto — advertência, notificação e, se o regimento previr, multa condominial.
Na prática você fica com o caminho mais rápido e mais barato: sem depender de órgão de trânsito, sem homologação Inmetro, e com prova documental que se sustenta numa discussão de assembleia.
Na grande maioria dos casos, sim. Trabalhamos com Intelbras, Dahua e Hikvision (as três dominam o mercado condominial), por IP direto ou pela saída do DVR/NVR — o requisito é o stream RTSP e um enquadramento que veja um trecho reto da via.
Na avaliação gratuita a gente confere o modelo, a posição do poste e o ângulo. Se a câmera daquele ponto não servir, falamos antes de você assinar qualquer coisa.
Não. Nada de sensor no chão, nada de concreto, nada de canteiro. O que entra no condomínio é um mini-PC na portaria (do tamanho de um roteador) ligado à rede das câmeras. A instalação típica leva um dia e o primeiro registro sai no mesmo dia.
LGPD by design. O sistema não grava o fluxo de quem anda dentro do limite: só o veículo infrator vira registro. A base legal é o legítimo interesse do condomínio em segurança, apoiada no regimento aprovado em assembleia, com sinalização visível de que a via é monitorada.
As imagens têm expurgo automático em 90 dias, e o acesso é restrito a quem o síndico autorizar no painel — cada acesso fica registrado.
Sistemas por leitura de placa precisam de câmeras ANPR dedicadas — normalmente duas por trecho, compradas e instaladas — e, para medir, registram a passagem de todos os veículos identificados pela placa, inclusive de quem respeita o limite.
O OpenRadar mede nas câmeras que o condomínio já tem e não identifica ninguém: quem passa dentro do limite não gera registro nenhum. No fim, os dois só sustentam advertência pelo regimento interno — a diferença é quanto custa e quanto dado dos moradores fica gravado no caminho.
Cada evidência recebe um SHA-256: uma "impressão digital" de 64 caracteres calculada a partir dos bytes exatos daquela imagem. Trocar um pixel, clarear a foto ou mudar um dígito do carimbo produz uma impressão digital completamente diferente — e não existe caminho conhecido para forjar uma imagem que reproduza a impressão original.
Esse hash é gravado no momento da captura, em registro append-only (só aceita inclusão, nunca edição ou apagamento). Se alguém questionar a foto, basta recalcular o hash na frente da assembleia: bateu, é a imagem original.
Avaliação gratuita e resposta em até 1 dia útil. Aprovado o piloto, a instalação ocupa um dia: conectar o agente, calibrar as duas linhas virtuais no trecho escolhido e validar a medição. Do aperto de mão ao primeiro relatório: um mês.
Último passo
Conte onde fica o condomínio e como são as câmeras. Respondemos em até 1 dia útil com uma avaliação gratuita e um número — não com um catálogo.
Vamos te responder em até 1 dia útil com uma avaliação do seu caso. Enquanto isso, dá para adiantar o diagnóstico por conta própria.
Prefere e-mail direto? baladao@gmail.com
Avaliação gratuita resposta em 1 dia útil
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