OpenRadar

Fiscalização interna de velocidade para condomínios

Suas câmeras já veem os carros voando no condomínio. Está na hora de elas fazerem alguma coisa.

O OpenRadar transforma o CFTV que vocês já têm em radar de velocidade interno — com foto carimbada, hash SHA-256 de integridade e relatório pronto para a assembleia.

Peça em português

  • Hash SHA-256 de integridade
  • Mede sem ler placa
  • Sem obra
98,7% de precisão média
0 equipamentos novos necessários
1 dia da instalação ao primeiro registro
90 dias no máximo no acervo local, com poda automática

O problema

Todo mundo sabe quem corre. Ninguém consegue provar.

A placa de 20 km/h já está lá. O quebra-molas também. E os carros continuam passando a 50 na frente do playground.

A criança na via não tem uma segunda chance

Entre a bola que rola e o carro que freia existe uma conta de física. A 50 km/h ela não fecha. O condomínio só descobre isso depois.

Assembleia sem prova vira discussão de opinião

"Eu vi um carro voando." "Não era eu." Sem número, sem foto e sem data, a pauta morre em mais uma ata pedindo bom senso.

Advertência sem evidência é advertência contestada

O síndico notifica, o morador contesta, o conselho recua. Sem cadeia de custódia da imagem, o regimento não se sustenta.

A virada

Nada de radar novo. O radar já está instalado no poste.

O OpenRadar é software. Ele lê o vídeo das câmeras que vocês já pagaram e devolve velocidade medida, foto carimbada e evidência técnica para apuração interna.

  1. 1

    Conectamos as câmeras que vocês já têm

    Intelbras, Dahua, Hikvision — IP ou saída do DVR. O agente do OpenRadar roda num PC comum do condomínio, sem placa de vídeo dedicada, e lê o stream RTSP. Zero furo na parede, zero laço no asfalto.

  2. 2

    Duas linhas virtuais medem com precisão de radar

    Você desenha a linha A e a linha B sobre a imagem e informa a distância real entre elas. O sistema cronometra a passagem do veículo e calcula a velocidade — 1,3% de erro médio nos testes de bancada.

  3. 3

    Evidência íntegra e notificação pelo regimento

    Passou do limite? Foto carimbada com velocidade, limite, câmera e data/hora, um hash SHA-256 gravado em registro append-only e a notificação pronta para o síndico enviar. Toda segunda-feira, o relatório semanal em PDF fica pronto para levar à assembleia.

Sendo direto com você: o OpenRadar não é homologado pelo INMETRO e não gera multa de trânsito. O Código de Trânsito vale na via interna, mas fiscalizar e autuar é papel do órgão de trânsito, não do síndico. O instrumento do condomínio é outro: a convenção, aprovada em assembleia, que pode prever limite de velocidade e sanção — advertência e multa condominial —, sempre com direito de defesa. O OpenRadar entrega o registro e a prova técnica; a decisão é do condomínio.

Veja como funciona

Uma simulação do que o OpenRadar registra na sua via.

Simulação do sistema rodando aqui na página, com dados fictícios. Espere um carro passar acima do limite e clique na evidência para ver o carimbo e o hash.

Peça em português

Simulação com dados fictícios — nenhum morador real, nenhuma placa real. Abrir a demo em tela cheia →

O investimento

O caro nunca foi medir velocidade. Era o poste.

Compare o que um condomínio gasta hoje para controlar a via interna com o que custa usar a câmera que já está lá em cima.

OpenRadar

Suas câmeras assinatura

a partir de

R$ 349por câmera/mês

no plano anual · mínimo de 4 câmeras

Valores para pagamento anual à vista (PIX ou boleto). Parcelamento no cartão disponível, com juros da operadora por conta do contratante.

4 câmeras: R$ 1.396/mês no anual (cobrado R$ 16.752/ano) ou R$ 1.996/mês no mensal.

Condição de lançamento: implantação sem custo

  • Implantação e calibração remotas
  • Conferência por replay da gravação (tira-teima)
  • Triagem por IA de cada registro
  • Painel do condomínio
  • Relatório semanal em PDF
  • Suporte da equipe OpenRadar

O que custa a alternativa hoje

Radar convencional

compra

R$ 20 mil a R$ 100 mil

por equipamento, uma vez

locação

R$ 60 mil a R$ 144 mil

por ano — até R$ 6 mil/mês por aparelho

Obra civil, poste e aferição anual. Na locação, contrato longo.

Câmeras com leitura de placa compra

R$ 5,8 mil a R$ 13,5 mil

por câmera · linha topo Intelbras/Hikvision/Dahua

Licença de análise (VMS) à parte: R$ 23 mil a R$ 54 mil em 4 câmeras.

Nenhuma dessas alternativas dá ao condomínio o poder de autuar no trânsito — isso é do órgão de trânsito.

O plano mínimo é de 4 câmeras: não há plano de 1, 2 ou 3 câmeras.

Faixas de preço de radar convencional levantadas em orçamentos públicos e propostas de mercado (compra: equipamento + instalação; locação: valor mensal por aparelho, R$ 5–6 mil). Servem de referência de ordem de grandeza — o custo real varia por município e projeto.

Piloto grátis de 7 dias

Em 7 dias você vê as infrações reais da sua via — implantação sem custo.

Condição de lançamento: implantação sem custo. Depois do setup, o OpenRadar mede 7 dias grátis na sua via, com o critério de precisão publicado por escrito antes de começar. Se a medição não bater o critério, você não assina e não paga nada. Sem letra miúda: o número ou nenhum compromisso.

Piloto em andamento: Um condomínio de alto padrão no Sul do Brasil. Ainda não publicamos depoimento: o piloto está rodando agora.

Perguntas que todo síndico faz

Antes de você perguntar.

Isso gera multa de trânsito?

Não. O OpenRadar não é homologado pelo INMETRO e não gera multa de trânsito. O Código de Trânsito vale dentro do condomínio — via interna é via terrestre (CTB, art. 2º) —, mas fiscalizar e autuar é papel do órgão de trânsito, não do síndico.

O que o condomínio tem é outro instrumento: a convenção, aprovada em assembleia, que pode prever limite de velocidade e sanção — advertência e multa condominial (Código Civil, arts. 1.334 e 1.337), sempre com direito de defesa. É o mesmo caminho do barulho depois das 22h. O OpenRadar entrega o registro e a prova técnica; a decisão é do condomínio. Em loteamento de acesso controlado, onde as vias são públicas, vale verificar antes.

Funciona com as câmeras que eu já tenho?

Na grande maioria dos casos, sim. Trabalhamos com Intelbras, Dahua e Hikvision (as três dominam o mercado condominial), por IP direto ou pela saída do DVR/NVR — o requisito é o stream RTSP e um enquadramento que veja um trecho reto da via.

Na avaliação gratuita a gente confere o modelo, a posição do poste e o ângulo. Se a câmera daquele ponto não servir, falamos antes de você assinar qualquer coisa.

Precisa de obra, laço no asfalto ou poste novo?

Não. Nada de sensor no chão, nada de concreto, nada de canteiro. O OpenRadar roda num PC comum ligado à rede das câmeras — pode ser um que o condomínio já tem, sem placa de vídeo dedicada. A instalação típica leva um dia e o primeiro registro sai no mesmo dia.

E a LGPD?

LGPD by design. Quem passa dentro do limite entra só na estatística, sem foto; a evidência com foto é só do veículo infrator. A base legal é o legítimo interesse do condomínio em segurança, apoiada no regimento aprovado em assembleia, com sinalização visível de que a via é monitorada.

No PC do condomínio, o acervo de imagens é podado automaticamente: sai o que passa de 90 dias ou do teto de disco. O acesso é restrito a quem o síndico autorizar no painel. Prazos da nuvem e demais detalhes em Privacidade.

Qual a diferença para sistemas com leitura de placa (LPR/ANPR)?

Sistemas por leitura de placa precisam de câmeras ANPR dedicadas — normalmente duas por trecho, compradas e instaladas — e, para medir, registram a passagem de todos os veículos identificados pela placa, inclusive de quem respeita o limite.

O OpenRadar mede nas câmeras que o condomínio já tem e só fotografa quem passa do limite: dentro do limite, a passagem entra só na estatística, sem foto e sem placa. Na infração, a placa pode ser lida para o síndico identificar a unidade — sempre com confirmação humana, e nunca por reconhecimento facial ou biometria. No fim, os dois só sustentam as medidas previstas na convenção do condomínio — a diferença é quanto custa e quanto dado dos moradores fica gravado no caminho. Detalhes em Privacidade.

Como eu sei que a foto não foi adulterada?

Cada evidência recebe um SHA-256: uma "impressão digital" de 64 caracteres calculada a partir dos bytes exatos daquela imagem. Trocar um pixel, clarear a foto ou mudar um dígito do carimbo produz uma impressão digital completamente diferente — e não existe caminho conhecido para forjar uma imagem que reproduza a impressão original.

Esse hash é gravado no momento da captura, em registro append-only (só aceita inclusão, nunca edição ou apagamento). Se alguém questionar a foto, basta recalcular o hash na frente da assembleia: bateu, é a imagem original.

Quanto tempo até estar funcionando?

Avaliação gratuita e resposta em até 1 dia útil. Liberado o acesso às câmeras, a implantação é feita remotamente pela equipe OpenRadar e ocupa um dia: instalar o agente no PC, calibrar as duas linhas virtuais no trecho escolhido e validar a medição. Depois do setup, são 7 dias de piloto grátis para ver as infrações reais da sua via antes de assinar.

Preço, requisitos e modelo comercial

Quanto custa o OpenRadar?

A partir de R$ 349 por câmera/mês no plano anual (R$ 499 por câmera/mês no mensal). Com o mínimo de 4 câmeras: R$ 1.396/mês no anual, cobrado R$ 16.752/ano, ou R$ 1.996/mês no mensal. Valores do anual para pagamento à vista (PIX ou boleto); parcelamento no cartão disponível, com juros da operadora por conta do contratante.

É assinatura por condomínio: não há compra de licença, de servidor nem de placa de vídeo. Condição de lançamento: implantação sem custo.

Dá para começar com 1 ou 2 câmeras?

Não. O plano mínimo é de 4 câmeras — não há plano de 1, 2 ou 3 câmeras. Na avaliação gratuita a gente indica quais câmeras do CFTV servem para medir e em quais trechos.

Quem instala, e quanto custa a implantação?

A implantação e a calibração são feitas remotamente pela equipe OpenRadar. Do lado do condomínio, basta liberar um acesso somente leitura às câmeras e deixar um PC ligado na rede delas. Condição de lançamento: a implantação é sem custo.

Como funciona o piloto?

Depois do setup, o OpenRadar mede 7 dias grátis na sua via: em 7 dias você vê as infrações reais, com foto e velocidade, antes de assinar. O critério de precisão é publicado por escrito antes de começar; se a medição não bater, você não assina e não paga nada. O piloto não vira assinatura automaticamente.

O que o condomínio precisa ter?

Câmeras IP com RTSP — Intelbras/Dahua e Hikvision, direto ou pela saída do DVR/NVR —, um PC comum que fique ligado na rede delas (Windows ou Linux, sem placa de vídeo dedicada; se o processador tiver aceleração de vídeo integrada, o agente aproveita) e internet comum.

O vídeo é processado nesse PC e não sai do condomínio: sobem só os registros de cada excesso (foto e dados) e as contagens de passagem.

O OpenRadar é software de código aberto?

Não. O OpenRadar é um produto comercial da JVB Consultoria em Tecnologia da Informação LTDA, vendido como assinatura. Existem projetos homônimos de código aberto no GitHub — de radar mmWave, radar meteorológico, simulador e jogo — sem nenhuma relação com este produto.

Por que não montar com software livre?

Porque o custo não fica no software: montar por conta própria pede um PC com placa de vídeo, um técnico para instalar e calibrar e alguém para manter tudo funcionando — e ainda faltam as partes que sustentam a prova numa assembleia.

No OpenRadar, a precisão é validada (meta de até 2% de erro médio, conferida por uma bateria de testes automatizada a cada versão), cada infração é triada por IA, a duvidosa é conferida por replay da gravação (tira-teima), e a imagem fica numa cadeia de integridade com hash SHA-256. Painel, relatório e suporte vêm junto.

Qual a diferença para o analítico de vídeo em nuvem cobrado por câmera?

No analítico em nuvem, o vídeo de cada câmera sai do condomínio para ser analisado: consome banda o tempo todo e leva junto a imagem de todo mundo que passa. No OpenRadar, o vídeo é processado no PC do condomínio e não sai de lá — melhor para a LGPD e para a internet.

Cada registro sai como prova técnica (foto carimbada e hash SHA-256), e o sistema não lê a placa de quem passa — a placa é lida sob demanda, só na infração.

Último passo

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Conte onde fica o condomínio e como são as câmeras. Respondemos em até 1 dia útil com uma avaliação gratuita e um número — não com um catálogo.

Seus dados servem só para esse contato. Sem lista, sem disparo em massa, sem repasse a terceiros.

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