A criança na via não tem uma segunda chance
Entre a bola que rola e o carro que freia existe uma conta de física. A 50 km/h ela não fecha. O condomínio só descobre isso depois.
Fiscalização interna de velocidade para condomínios
O OpenRadar transforma o CFTV que vocês já têm em radar de velocidade interno — com foto carimbada, hash SHA-256 de integridade e relatório pronto para a assembleia.
O problema
A placa de 20 km/h já está lá. O quebra-molas também. E os carros continuam passando a 50 na frente do playground.
Entre a bola que rola e o carro que freia existe uma conta de física. A 50 km/h ela não fecha. O condomínio só descobre isso depois.
"Eu vi um carro voando." "Não era eu." Sem número, sem foto e sem data, a pauta morre em mais uma ata pedindo bom senso.
O síndico notifica, o morador contesta, o conselho recua. Sem cadeia de custódia da imagem, o regimento não se sustenta.
A virada
O OpenRadar é software. Ele lê o vídeo das câmeras que vocês já pagaram e devolve velocidade medida, foto carimbada e evidência técnica para apuração interna.
Intelbras, Dahua, Hikvision — IP ou saída do DVR. O agente do OpenRadar roda num PC comum do condomínio, sem placa de vídeo dedicada, e lê o stream RTSP. Zero furo na parede, zero laço no asfalto.
Você desenha a linha A e a linha B sobre a imagem e informa a distância real entre elas. O sistema cronometra a passagem do veículo e calcula a velocidade — 1,3% de erro médio nos testes de bancada.
Passou do limite? Foto carimbada com velocidade, limite, câmera e data/hora, um hash SHA-256 gravado em registro append-only e a notificação pronta para o síndico enviar. Toda segunda-feira, o relatório semanal em PDF fica pronto para levar à assembleia.
Sendo direto com você: o OpenRadar não é homologado pelo INMETRO e não gera multa de trânsito. O Código de Trânsito vale na via interna, mas fiscalizar e autuar é papel do órgão de trânsito, não do síndico. O instrumento do condomínio é outro: a convenção, aprovada em assembleia, que pode prever limite de velocidade e sanção — advertência e multa condominial —, sempre com direito de defesa. O OpenRadar entrega o registro e a prova técnica; a decisão é do condomínio.
Veja como funciona
Simulação do sistema rodando aqui na página, com dados fictícios. Espere um carro passar acima do limite e clique na evidência para ver o carimbo e o hash.
Simulação com dados fictícios — nenhum morador real, nenhuma placa real. Abrir a demo em tela cheia →
O investimento
Compare o que um condomínio gasta hoje para controlar a via interna com o que custa usar a câmera que já está lá em cima.
a partir de
R$ 349por câmera/mês
no plano anual · mínimo de 4 câmeras
R$ 499por câmera/mês
no plano mensal · mínimo de 4 câmeras
Valores para pagamento anual à vista (PIX ou boleto). Parcelamento no cartão disponível, com juros da operadora por conta do contratante.
4 câmeras: R$ 1.396/mês no anual (cobrado R$ 16.752/ano) ou R$ 1.996/mês no mensal.
Condição de lançamento: implantação sem custo
O que custa a alternativa hoje
R$ 20 mil a R$ 100 mil
por equipamento, uma vez
R$ 60 mil a R$ 144 mil
por ano — até R$ 6 mil/mês por aparelho
Obra civil, poste e aferição anual. Na locação, contrato longo.
R$ 5,8 mil a R$ 13,5 mil
por câmera · linha topo Intelbras/Hikvision/Dahua
Licença de análise (VMS) à parte: R$ 23 mil a R$ 54 mil em 4 câmeras.
Nenhuma dessas alternativas dá ao condomínio o poder de autuar no trânsito — isso é do órgão de trânsito.
O plano mínimo é de 4 câmeras: não há plano de 1, 2 ou 3 câmeras.
Faixas de preço de radar convencional levantadas em orçamentos públicos e propostas de mercado (compra: equipamento + instalação; locação: valor mensal por aparelho, R$ 5–6 mil). Servem de referência de ordem de grandeza — o custo real varia por município e projeto.
Piloto grátis de 7 dias
Condição de lançamento: implantação sem custo. Depois do setup, o OpenRadar mede 7 dias grátis na sua via, com o critério de precisão publicado por escrito antes de começar. Se a medição não bater o critério, você não assina e não paga nada. Sem letra miúda: o número ou nenhum compromisso.
Piloto em andamento: Um condomínio de alto padrão no Sul do Brasil. Ainda não publicamos depoimento: o piloto está rodando agora.
Perguntas que todo síndico faz
Não. O OpenRadar não é homologado pelo INMETRO e não gera multa de trânsito. O Código de Trânsito vale dentro do condomínio — via interna é via terrestre (CTB, art. 2º) —, mas fiscalizar e autuar é papel do órgão de trânsito, não do síndico.
O que o condomínio tem é outro instrumento: a convenção, aprovada em assembleia, que pode prever limite de velocidade e sanção — advertência e multa condominial (Código Civil, arts. 1.334 e 1.337), sempre com direito de defesa. É o mesmo caminho do barulho depois das 22h. O OpenRadar entrega o registro e a prova técnica; a decisão é do condomínio. Em loteamento de acesso controlado, onde as vias são públicas, vale verificar antes.
Na grande maioria dos casos, sim. Trabalhamos com Intelbras, Dahua e Hikvision (as três dominam o mercado condominial), por IP direto ou pela saída do DVR/NVR — o requisito é o stream RTSP e um enquadramento que veja um trecho reto da via.
Na avaliação gratuita a gente confere o modelo, a posição do poste e o ângulo. Se a câmera daquele ponto não servir, falamos antes de você assinar qualquer coisa.
Não. Nada de sensor no chão, nada de concreto, nada de canteiro. O OpenRadar roda num PC comum ligado à rede das câmeras — pode ser um que o condomínio já tem, sem placa de vídeo dedicada. A instalação típica leva um dia e o primeiro registro sai no mesmo dia.
LGPD by design. Quem passa dentro do limite entra só na estatística, sem foto; a evidência com foto é só do veículo infrator. A base legal é o legítimo interesse do condomínio em segurança, apoiada no regimento aprovado em assembleia, com sinalização visível de que a via é monitorada.
No PC do condomínio, o acervo de imagens é podado automaticamente: sai o que passa de 90 dias ou do teto de disco. O acesso é restrito a quem o síndico autorizar no painel. Prazos da nuvem e demais detalhes em Privacidade.
Sistemas por leitura de placa precisam de câmeras ANPR dedicadas — normalmente duas por trecho, compradas e instaladas — e, para medir, registram a passagem de todos os veículos identificados pela placa, inclusive de quem respeita o limite.
O OpenRadar mede nas câmeras que o condomínio já tem e só fotografa quem passa do limite: dentro do limite, a passagem entra só na estatística, sem foto e sem placa. Na infração, a placa pode ser lida para o síndico identificar a unidade — sempre com confirmação humana, e nunca por reconhecimento facial ou biometria. No fim, os dois só sustentam as medidas previstas na convenção do condomínio — a diferença é quanto custa e quanto dado dos moradores fica gravado no caminho. Detalhes em Privacidade.
Cada evidência recebe um SHA-256: uma "impressão digital" de 64 caracteres calculada a partir dos bytes exatos daquela imagem. Trocar um pixel, clarear a foto ou mudar um dígito do carimbo produz uma impressão digital completamente diferente — e não existe caminho conhecido para forjar uma imagem que reproduza a impressão original.
Esse hash é gravado no momento da captura, em registro append-only (só aceita inclusão, nunca edição ou apagamento). Se alguém questionar a foto, basta recalcular o hash na frente da assembleia: bateu, é a imagem original.
Avaliação gratuita e resposta em até 1 dia útil. Liberado o acesso às câmeras, a implantação é feita remotamente pela equipe OpenRadar e ocupa um dia: instalar o agente no PC, calibrar as duas linhas virtuais no trecho escolhido e validar a medição. Depois do setup, são 7 dias de piloto grátis para ver as infrações reais da sua via antes de assinar.
A partir de R$ 349 por câmera/mês no plano anual (R$ 499 por câmera/mês no mensal). Com o mínimo de 4 câmeras: R$ 1.396/mês no anual, cobrado R$ 16.752/ano, ou R$ 1.996/mês no mensal. Valores do anual para pagamento à vista (PIX ou boleto); parcelamento no cartão disponível, com juros da operadora por conta do contratante.
É assinatura por condomínio: não há compra de licença, de servidor nem de placa de vídeo. Condição de lançamento: implantação sem custo.
Não. O plano mínimo é de 4 câmeras — não há plano de 1, 2 ou 3 câmeras. Na avaliação gratuita a gente indica quais câmeras do CFTV servem para medir e em quais trechos.
A implantação e a calibração são feitas remotamente pela equipe OpenRadar. Do lado do condomínio, basta liberar um acesso somente leitura às câmeras e deixar um PC ligado na rede delas. Condição de lançamento: a implantação é sem custo.
Depois do setup, o OpenRadar mede 7 dias grátis na sua via: em 7 dias você vê as infrações reais, com foto e velocidade, antes de assinar. O critério de precisão é publicado por escrito antes de começar; se a medição não bater, você não assina e não paga nada. O piloto não vira assinatura automaticamente.
Câmeras IP com RTSP — Intelbras/Dahua e Hikvision, direto ou pela saída do DVR/NVR —, um PC comum que fique ligado na rede delas (Windows ou Linux, sem placa de vídeo dedicada; se o processador tiver aceleração de vídeo integrada, o agente aproveita) e internet comum.
O vídeo é processado nesse PC e não sai do condomínio: sobem só os registros de cada excesso (foto e dados) e as contagens de passagem.
Não. O OpenRadar é um produto comercial da JVB Consultoria em Tecnologia da Informação LTDA, vendido como assinatura. Existem projetos homônimos de código aberto no GitHub — de radar mmWave, radar meteorológico, simulador e jogo — sem nenhuma relação com este produto.
Porque o custo não fica no software: montar por conta própria pede um PC com placa de vídeo, um técnico para instalar e calibrar e alguém para manter tudo funcionando — e ainda faltam as partes que sustentam a prova numa assembleia.
No OpenRadar, a precisão é validada (meta de até 2% de erro médio, conferida por uma bateria de testes automatizada a cada versão), cada infração é triada por IA, a duvidosa é conferida por replay da gravação (tira-teima), e a imagem fica numa cadeia de integridade com hash SHA-256. Painel, relatório e suporte vêm junto.
No analítico em nuvem, o vídeo de cada câmera sai do condomínio para ser analisado: consome banda o tempo todo e leva junto a imagem de todo mundo que passa. No OpenRadar, o vídeo é processado no PC do condomínio e não sai de lá — melhor para a LGPD e para a internet.
Cada registro sai como prova técnica (foto carimbada e hash SHA-256), e o sistema não lê a placa de quem passa — a placa é lida sob demanda, só na infração.
Último passo
Conte onde fica o condomínio e como são as câmeras. Respondemos em até 1 dia útil com uma avaliação gratuita e um número — não com um catálogo.
Vamos te responder em até 1 dia útil com uma avaliação do seu caso. Enquanto isso, dá para adiantar o diagnóstico por conta própria.
Prefere e-mail direto? contato@openradar.com.br
Avaliação gratuita resposta em 1 dia útil
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